Médicos estrangeiros: perigo serem contaminador com o virus do PODER dos médicos brasileiros



Eles fazem tudo ERRADO. Literalmente. 

 

Quando em 2009 tive a certeza da recidiva óssea fui ler sobre o assunto. Passava muitas horas em frente ao computador visitando as comunidades de câncer do Orkut. Lia os depoimentos, as queixas e tristezas de outras mulheres que tinham sido acometidas pela recidiva como eu. Muitas estavam fazendo o tratamento hormonal. Perguntei o que era esse tratamento. Disseram que tiveram câncer, trataram-se e ele voltou. Então, nesse caso a pessoa morrerá mais rápido se fizer quimio e rádio, pois o tratamento indicado é hormonioterapia, ou seja, o bloqueio dos hormônios. Pode retirar o útero, pode antecipar menopausa.


Então fui pesquisar e achei as seguintes informações:

Em 1896, a Revista Lancet, uma das maiores publicações científicas do mundo ainda na atualidade, publicou o primeiro estudo clínico a respeito da influência dos hormônios ovarianos na doença maligna mamária.

O estudo revelou que as mulheres acometidas de câncer de mama clinicamente avançado, devido à existência de metástases, beneficiavam-se da terapêutica hormonal ablativa, ou seja, da ooforectomia (Ooforectomia ou ovariectomia significa a remoção cirúrgica de um ou ambos ovários) o estudo observou que a realização da ooforectomia poderia prolongar a sobrevida dessas mulheres de maneira significativa, o que não ocorria com as mulheres que mantinham os seus ovários. Dessa maneira, estabeleceu-se pela primeira vez a relação positiva entre hormônios ovarianos e câncer de mama.

Desde então toda mulher que tem câncer após cirurgia, quimioterapia e radioterapia fazem hormonioterapia: cirurgia de retirada do útero e ovário, ou não precisa da quimio, ou fazer a cirurgia e a quimio sem a radio, mas a hormonioterapia é sagrada, essa é necessária. A hormonioterapia, tornou-se um dos pilares do tratamento da doença, principalmente quando os dois receptores hormonais são positivos (meu caso) para estrogênio e progesterona.

Então fui para o médico já sabendo o que era melhor para mim. Mas, gente, qual não foi minha surpresa. Aqui em Feira de Santana os oncologistas nem sabem o que é hormonioterapia. O tratamento aqui é quimio e rádio. Por isso tanto óbito. Todos os médicos ou escribas aqui na cidade têm uma lojinha que colocam o nome de CLÍNICA ONCOLOGICA, (matadouro), então praticam a medicina baseados nesse raciocínio lógico: melhor receber pela quimio do que tratar com outra coisa. Daí por isso desconhecerem a hormonioterapia. Isso ficou para trás, quando estudavam, ainda no início da especialização. O melhor é fazer nova quimio. Você sabe leitor, quanto custa uma quimio? Sabe quanto o governo ou os planos pagam as clínicas pelas sessões de quimio? Por que ela é tão prescrita pelos escribas aqui em Feira de Santana? Não sei.

Mas com minha teimosia e processos consegui fazer a hormonioterapia e consigo tudo que quero para cuidar da minha saúde. Hoje vou para a consulta e digo ao médico o que quero e como quero. Muitos não podem fazer o que quero porque são meros empregados de clínicas que tem acordo com a anvisa, que por sua vez tem acordo com a indústria de remédio. A anvisa elabora um protocolo no qual indica os remédios que a indústria ta produzindo no momento, os médicos empregados das clínica - Clínicas que fazem parte do esquema -  têm que prescreverem (eles ganham prêmios em viagens coisa e tal, por isso acho mais dignos chama-los de escribas e não de médicos. Não são todos, tudo há exceções. Nunca vi mas, acredito.  

A médica que frequento não faz parte desse esquema. Ela faz tudo certinho desde a letra da prescrição até me entender. É muito inteligente. Estudou numa universidade. Dra Jurema teles diretora do IMIPE – PE atende no Hospital Memorial São José – Edifício Garagem – Recife – Pernambuco (81) 2138-0777



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