"O OBJETIVO DO SISTEMA MÉDICO É FAZER AS PESSOAS CONTINUAREM DOENTE" G. Lanctot - médica



HOJE 8 DE Março, Dia Interacional da Mulher. Esperei o dia de hoje para dizer que esse dia é também o marco da criação do GRAPAM – Grupo de Apoio a Pessoas Agredida por Médicos. O GRAPAM será divulgado para ter associados e associadas para lutarmos juntos, pois as leis são para o PODER aqui no Brasil e o MINISTERIO é PUBLICO. Agora vou contar o que ocorreu comigo para saberem o porquê da criação do GRAPAM. Há um ano voltei de Pernambuco para a cidade onde morava antes, Feira de Santana no estado da Bahia. Trouxe comigo um relatório do tratamento que estava sendo realisado em mim porá um câncer de coluna meio duvidoso porque a doença vinha regredindo, contrariando as perspectivas da medicina. Chegando numa certa cínica fui agredida por um médico aos berros porque queria tratar de mim com a indicação de drogas caras ($ 26,00 mil) e de efeitos colaterais pesadíssimas prescritas por um  PROTOCOLO para que tem metástase em evolução. O médico que me atendeu não deu atenção ao relatório da médica, não olhou os resultados recentes dos meus exames. Saí muito machucada dessa consulta. Devo ressaltar que esse médico foi formado em uma faculdade dessas pagas. Recentemente esse médico se retratou, pediu-me desculpas numa audiência de instrução e julgamento dizendo que, admite que se comportou inadequadamente, que reconhece que errou e disse também em plena sessão que, analisou meus exames e viu que realmente eu não precisava daquelas drogas rescritas naquele PROTOCOLO, que realmente minha doença regrediu mas como médico funcionário daquela clínica não pode prescrever outra coisa a não ser o que a clinica ordena e as ordens da clinica é submeter o paciente ao PROOCOLO. Então o que significa isso?  Sim, porque as drogas com mais de três páginas de efeitos colaterais custaria 26 mil para o plano de saúde pagar, alguma coisa ela não iria pagar e eu teria que desembolsar. Quem iria ganhar com isso? A clínica? Será que não há aí um conchavo com a indústria de fármacos? A missão dos médicos das clinicas da cidade será mesmo salvar vidas ou alimentar a indústria de fármacos? Eu não iria ganhar, minha saúde a essa altura estaria comprometida ou eu estaria morta vitima de um PROTOCOLO. Mas ninguém ia dizer que morri de PROTOCOLO, o diagnóstico seria de câncer. Eu morri de câncer. Devo dizer que estou respondendo a processo por tudo isso. Não podemos pensar porque dá processo. O dono da clínica me processou por causa da minha ousadia de chegar querendo conversar com o deus-doutor sobre o meu tratamento. As leis só são criadas ou emendadas aqui no Brasil quando a pessoa morre e seus familiares vão lutar pela verdade. A diferença no meu caso é que estou viva e o PROTOCOLO não vai me matar, mas vai matar muita gente ainda. Por isso criei o  GRAPAM – Grupo de Apoio a Pessoas Agredida por Médicos, para lutarmos vivas por nosso direito de uma consulta longe do PROTOCOLO. Espero mais e mais associados para o GRAPAM. Não paga nada apenas preenche uma ficha virtual e relata a agressão sofrida. Talvez eu sofra um processo por essa iniciativa. Às vezes penso que o Brasil mudou para CUBA.

2 comentários:

  1. Até que emfim encontro alguém que não gosta de médicos, com raras exceções.
    Parabéns pela coragem e pelo serviço prestado por este site.

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  2. Estou emocionada com este site, porque ele representa quase tudo que eu REGINA CELIA DE SOUZA gostaria de gritar ao mundo. Mostrar como a medicina deixou de ser um sacerdócio para ajudar pessoas a terem saude e serem felizes, para se tornarem COMÉRCIO PURO E SIMPLES onde o PROTOCOLO é aplicado indiferentemente para todos sem pelo menos analisar se o protocolo não será mortífero ou danoso o suficiente para tornar a vida do paciente uma suplicio que a MORTE SERIA O MELHOR BENEFICIO.

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